photo cale_zpsrue3sior.png

sexta-feira, 26 de junho de 2015

10 surpresas da vida de pai

Por Armin A. Brott 

Em algum momento, não muito depois do nascimento do bebê, praticamente todo mundo enfrenta um repentino choque de realidade. Você virou pai, tem novas responsabilidades, assim como pressões e expectativas. Essa conclusão aparentemente óbvia chega mais rápido para alguns e demora um pouco mais para outros. 

Mas uma coisa é certa: cedo ou tarde, todo pai e mãe acaba tendo que aceitar que a vida mudou desde a chegada do novo integrante da família. Algumas mudanças são suaves, outras nem tanto, e a realidade é que muitas delas são surpreendentes.

Para facilitar o seu trabalho de entender tanta transformação, o autor Armin A. Brott, especializado em livros sobre pais e filhos, selecionou a seguir dez surpresas que você provavelmente terá que encarar:

1. Confusão
Sentimentos conflitantes geralmente caracterizam os primeiros meses da paternidade e são muito diferentes das emoções dos anos subsequentes. Por um lado, existe a sensação de virilidade, poder e orgulho por ter concebido uma vida; por outro aparecem as frustrações por não conseguir satisfazer (e às vezes tampouco entender) o que a criança precisa.

2. Amor único
Não tente comparar o amor que você sente pelo bebê com o que tem por qualquer outra pessoa. Pode ser que o choro do seu filho tire você do sério inúmeras vezes, mas, em compensação, ninguém faz você babar tanto quando sorri olhando nos seus olhos ou adormece nos seus braços.

3. Ambivalência
Em algum momento, pode ser que você olhe para o bebê e perceba que a intensa paixão que sentia por ele no dia anterior foi substituída por um surpreendente sentimento de tristeza. Você conhece essa criança? Importa-se com ela? 

Pode ser que bata aquela vontade de dar um bico nessa vida de pai e começar tudo de novo em outro lugar. E há uma chance ainda maior de o próximo sentimento ser uma culpa terrível. Aí vem aquela reflexão masculiníssima: se você não está 100 por cento do tempo totalmente apaixonado pelo bebê, é um péssimo pai, certo? Errado! A ambivalência faz parte da vida dos pais. E não se assuste, porque isso poderá acontecer inúmeras vezes ao longo dos anos.

4. Depressão
Embora a maioria das pessoas pense que depressão pós-parto é coisa de mulher, muitoshomens também ficam deprimidos ou melancólicos após o nascimento do bebê. A diferença é que, neste caso, não dá para culpar os hormônios. 

A melancolia do homem tem mais a ver com a volta à realidade. Quando você é um futuro pai ou o bebê acabou de nascer, invariavelmente recebe maior atenção e acaba um pouco paparicado. Com o passar das semanas, no entanto, a correria do trabalho e do dia a dia retornam, com a desvantagem de que você provavelmente estará dormindo muito mal e tendo o dobro, o triplo ou o quádruplo de responsabilidades em casa.

5. Medo
Os primeiros meses da paternidade são caracterizados mais por medos do que certezas. Entre eles estão o receio de que você não conseguirá corresponder às suas próprias expectativas sobre o que é ser um bom pai, de que não poderá proteger o bebê e a família dos males do mundo, de que não será um provedor à altura, de que não sabe o que fazer com a criança , de que será (ou não, dependendo do caso) igualzinho ao seu pai e, por fim, de que tudo não passou de uma grande burrada. Esses e outros medos são parte normal da transição homem-pai.

6. Relacionamento com a parceira
Antes do nascimento do bebê, você e a sua mulher passavam muito tempo juntos, nutrindo amor, sexo e relacionamento. Mas, assim que o bebê nasce, essa proximidade parece cortada abruptamente. O foco passa a ser a criança. Se você mal tem tempo para dormir, não espere voltar a fazer logo de cara todas as aquelas coisas que unem um casal. Se possível, tente programar algum momento, mesmo que sejam poucos minutos por dia, para conversar com sua mulher a sós. E não vale o seguinte assunto: bebês.

7. Interagindo com o bebê
Nos primeiros dois meses de vida, o bebê provavelmente não dará muitas pistas sobre sua performance como pai. Haverá alguns sorrisos, poucas respostas estimuladas e nada de gargalhadas. Ele não fará muita coisa além de chorar. Será fácil levar as "opiniões" dele com seriedade exagerada e interpretar a falta de entusiasmo como um referendo de sua (má) qualidade como pai. Não faça isso! Se você recuar, sua criança fará o mesmo. Então invista por mais tempo. Encare essa fase dedicada só aos cuidados e necessidades do bebê como a base do incrível relacionamento que vocês terão no futuro.

8. Papo de homem
Se alguém sugerisse há um ano que você estaria disposto a participar de longas discussões com seus amigos homens sobre vômitos, seios vazando, episiotomias e consistência do cocô, você daria uma enorme gargalhada. Mas agora você faz esse tipo de coisa, certo?

9. A logística da paternidade
Antes de virar pai, arrumar-se para sair significava pegar a carteira, as chaves do carro e verificar se a porta estava trancada. Agora, uma simples passada na padaria com o bebê parece uma expedição ao Monte Everest. E quando você pensa que tudo está sob controle, a fralda vaza um segundo depois de você já ter usado toda a troca da sacola no apertado banco do shopping center.

10. Lições no amor
Enquanto você está aprendendo a entender as pistas que seu filho dá para que possa satisfazer todas as necessidades dele, ele está ganhando coordenação motora para expressar amor por você das formas mais formidáveis do mundo. A primeira vez que ele balbuciar um som, mandar beijo ou dormir nos seus braços distraidamente acariciando seus ombros farão você descobrir o verdadeiro sentido da vida.

Armin A. Brott é pai de três meninas e autor dos best-sellers The Expectant Father: Facts, Tips, and Advice for Dads-to-BeThe New Father: A Dad's Guide to the First Year, e The New Father: A Dad's Guide to the Toddler Years. Ele também é co-autor, com Ross D. Parker, do livro Throwaway Dads.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Sinais de alerta no pós-parto

Seu corpo depois do parto

É normal ter algum tipo de sangramento vaginal depois do parto, tanto no vaginal quanto na cesariana. Você também pode se sentir cansada e com algumas dores, como na região da vagina ou no corte da cesárea

Em casos bastante raros, porém, pode acontecer uma emergência médica nos dias depois do parto, e é importante que você conheça os sintomas realmente preocupantes. 

Antes de ter alta da maternidade, pergunte ao médico se há alguma coisa a que você deve prestar atenção especial. 

Apresentamos abaixo uma lista de sintomas mais sérios e o que fazer se eles aparecerem. 

Sintomas que exigem atendimento imediato

Peça ajuda para ir ao hospital ou procure logo um médico se sentir alguma dessas coisas: 

  • Grande perda de sangue pela vagina, de repente (às vezes acompanhada de sinais de choque, como coração acelerado, tontura, suor frio e sensação de desmaio)

Um sangramento repentino, que enche mais de um absorvente noturno por hora, pode ser uma hemorragia pós-parto, e você precisará de atendimento imediato. As hemorragias pós-parto ocorrem em cerca de 5 por cento dos nascimentos, mas o mais comum é ocorrerem ainda no hospital. Hemorragias dias depois do parto são bem mais raras. 

Leia mais sobre o sangramento normal do pós-parto para tirar suas dúvidas. 

  • Dor de cabeça muito forte e constante

Pode ser um efeito colateral da anestesia, e você precisa falar com um médico para poder melhorar. A dor de cabeça também pode ser sintoma de pré-eclâmpsia, problema ligado à pressão arterial e que pode acontecer até mesmo depois do parto. No caso de pré-eclâmpsia, pode haver perturbações visuais e/ou enjôo também. Sem atendimento, a pré-eclâmpsia pode evoluir para a eclâmpsia e representa risco de vida à mulher. 

  • Pressão alta

Sua pressão arterial vai ser monitorada no hospital. O número mais baixo da medida (a pressão diastólica), como em 9 por 15, não pode passar de 9 (ou 90, dependendo da medida). Acima disso, é preciso falar com o médico, para verificar a possibilidade de pré-eclâmpsia. Pode haver perturbações visuais e/ou enjôo também. Sem atendimento, a eclâmpsia representa risco de vida à mulher. 

  • Falta de ar

É normal ter falta de ar depois de fazer algum grande esforço, como subir uma ladeira. Se você ficar com muita falta de ar e a sensação não for embora mesmo depois de você ter descansado, pode ser sinal de embolia pulmonar (um problema raro, quando um coágulo fica preso em um dos vasos sanguíneos do pulmão). Procure atendimento. 

  • Dor no peito

A dor no peito pode ser sintoma de embolia pulmonar (quando um coágulo sanguíneo fica preso no pulmão), por isso nunca deve ser ignorada -- embora na maioria dos casos seja apenas resultado da tensão muscular do parto. Se você sentir também falta de ar ou tossir sangue, precisa consultar imediatamente um médico. 

  • Dor na batata da perna

Dor na panturrilha ou batata da perna podem indicar uma trombose venosa profunda -- quando um coágulo se aloja numa das veias do músculo. É um problema bastante raro, mas grave, por isso é preciso buscar ajuda médica imediatamente. Em casos de trombose, também pode haver vermelhidão, inchaço ou "quentura" na área. 

  • Pensamentos muito negativos

Se você se pegar pensando em coisas ruins, ou em fazer mal a você mesma, fale com seu obstetra imediatamente, ou procure a ajuda de alguém da família. Tente se manter sempre acompanhada. 

  • Comportamento estranho, insônia, agitação extrema

O período do pós-parto mexe muito com as mulheres, existem casos em que ocorre um problema bem raro, chamado psicose puerperal -- que precisa ser tratado o mais rápido possível. É importante buscar ajuda médica sem demora. 

  • Febre acima de 38 graus

Febre alta e calafrios podem ser sinal de infecção ou mastite. Como em toda infecção, é essencial buscar socorro logo -- no período do pós-parto, há uma tendência em ela se agravar mais rápido. Os locais mais comuns de ser atingidos por uma infecção são os pontos e o útero. 

Se o termômetro tiver indicado febre, procure confirmar a medição colocando o termômetro na boca. A região da axila pode ficar mais quente que o normal por causa da produção de leite nas mamas. 

  • Dificuldade de urinar

No hospital os enfermeiros devem acompanhar a sua eliminação de urina, porque a incapacidade de fazer xixi após seis horas do parto pode representar uma retenção urinária, situação que precisa de atendimento médico. 

Sintomas urgentes, que exigem que você fale com um médico

Procure o médico assim que possível se tiver algum dos seguintes sintomas: 

  • Secreção vaginal com cheiro muito ruim

Esse tipo de secreção pode indicar uma infecção no útero ou na vagina. 

  • Sensibilidade extrema na barriga

A dor excessiva ou a sensibilidade, principalmente se tiverem piorado, podem ser sinal de uma infecção. A dor pode estar na barriga toda ou perto dos pontos, se você fez cesariana. Também pode estar dentro do útero, já que o local onde a placenta estava presa se transforma numa ferida, que precisa cicatrizar. Caso a infecção não seja tratada, você pode ter uma hemorragia (veja nos itens acima). 

  • Hemorróidas muito doloridas ou saltadas

Embora sejam comuns, as hemorróidas, em alguns casos, podem inchar demais depois do parto e saltar para fora, no chamado prolapso. Também pode haver sangramento. É preciso falar com o médico logo para aliviar seu desconforto. 

  • Melancolia e tristeza que não vão embora depois de dez dias

Se seu bebê já vai completar 2 semanas e você ainda está se sentindo triste, chorosa, nervosa, talvez esteja com um princípio de depressão pós-parto. É importante conversar com seu obstetra ou com algum outro médico de sua confiança -- até o pediatra do seu filho vale. 

  • Dor forte na região da vagina ou urina com cheiro ruim

Podem ser sinais de infecção nos pontos do parto vaginal ou de uma infecção urinária. É importante que o obstetra verifique se a região está cicatrizando bem. A dor também pode indicar algum hematoma nos tecidos internos da vagina. 

  • Incapacidade de segurar as fezes

É normal ter de correr para o banheiro depois do parto, mas se você não consegue segurar o cocô até chegar lá pode estar com incontinência fecal. É essencial consultar o médico o quanto antes.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Contato Direção do HMFM e a BioRio.

No ultimo dia 18 estiveram em reunião a equipe da Diretoria do Hospital Maternidade Fernando Magalhães e a Coordenação geral da BioRio, reunião que vinha discutir novos tramites de informação devido a alterações no corpo de fiscalização da Pós Graduação e com o intuito de firmarmos um laço entre a Direção e a BioRio.


quarta-feira, 17 de junho de 2015


O estudo dirigido da segunda semana do módulo II, já foi disponibilizado via e-mail aos pós-graduandos, junto com os artigos específicos para estudo. Importante salientar o prazo de entrega até 21/06/15.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Alimentação saudável na gravidez

Grávida precisa mudar a alimentação?

Agora que você está grávida, é importante tentar aumentar a ingestão de determinados nutrientes, como proteínas, vitaminas e ferro, para ter certeza de que você está consumindo tudo o que o seu corpo e o do bebê em desenvolvimento precisam. 

E não, não precisa seguir aquela antiga mentalidade de que grávida tem que "comer por dois": comer melhor não quer dizer comer mais, na maior parte dos casos. 

Se você não era de se preocupar muito com a comida, agora vale a pena passar a fazer refeições mais pensadas e equilibradas. Limite a quantidade de guloseimas e invista em uma alimentação variada. 

Durante a gestação, seu corpo trabalha de forma ainda mais eficiente, tirando o máximo de energia do que você come. Por isso, nos primeiros seis meses de gravidez a maioria das mulheres nem precisa comer mais do que já comia. Só nos últimos três é que é aconselhável comer 200 a 300 calorias a mais, mas isso não quer dizer quase nada, já que 200 calorias equivale a meras duas torradas com manteiga, por exemplo. 

Guie-se pelo seu apetite, que pode variar dependendo da fase da gravidez. Nas primeiras semanas ele pode sumir, por causa do enjoo. Mas às vezes, em especial à noite (ou no meio da madrugada), é provável que você sinta a necessidade súbita de comer alguma coisa para preencher um buraco no estômago. 

No segundo trimestre, seu apetite deve ficar igual ao que era, ou um pouco maior. No terceiro, você deve ficar com mais fome, mas precisa tomar cuidado porque serão mais frequentes a azia e a má digestão

Quais comidas grávida tem que evitar?

Grávida pode comer quase tudo, mas deve evitar alguns tipos de alimentos. São eles:
  • peixes e frutos do mar crus, como ostras e sushi (o sushi pode ser ingerido se o peixe tiver sido congelado antes).
  • queijos de casca branca, como brie e camembert, e queijos com fungos, como roquefort e gorgonzola. Evite também queijos do tipo frescal (ou "minas"), que podem ser feitos com leite não-pasteurizado. O problema é a possível presença de uma bactéria que causa a listeriose, doença que pode prejudicar o bebê.
  • carne bovina malpassada ou crua (como carpaccio), carne de porco malpassada e ovos crus (como massa de bolo, gemada, ovo frito com gema mole e algumas sobremesas -- musses, por exemplo). A precaução é para evitar bactérias que possam afetar o bebê.
  • bife de fígado e miúdos, para evitar a sobrecarga da forma retinoica da vitamina A, que pode ser prejudicial ao feto.
  • cação, peixe-espada e tubarão, que podem conter níveis perigosos de mercúrio. O atum deve ser limitado a uma lata por semana ou dois filés frescos por semana, pelo mesmo motivo. Outros peixes são seguros e fazem bem ao bebê e a você. As recomendações quanto ao mercúrio valem também para quem está pensando em engravidar e para o período de amamentação.
  • se você tiver na família pessoas com alergias (a nozes, castanhas ou amendoim, por exemplo), é bom evitar esses alimentos na gravidez.
  • bebidas alcoolicas. O consumo de álcool pode causar sérios problemas no bebê, por isso os especialistas recomendam cortar totalmente as bebidas alcoolicas na gravidez.
  • bebidas e alimentos com cafeína. Não tome mais que duas xícaras de café por dia, e, se possível, prefira bebidas descafeinadas.

É importante tomar suplementos de vitamina?

Num mundo ideal -- em que não existisse enjoo, por exemplo, não seria tão difícil manter uma alimentação equilibrada. Mas, no mundo real, é mais garantido recorrer a um suplemento vitamínico pré-natal para ter certeza de que seu corpo receberá todos os nutrientes de que precisa. Converse com seu obstetra. 

O ácido fólico é um suplemento especialmente importante, que deve ser tomado até antes de engravidar, e durante os três primeiros meses da gestação. A deficiência desse tipo de vitamina B está ligada a problemas na formação neurológica do bebê, como a espinha bífida. A recomendação mínima é de 400 mcg de ácido fólico ao dia. 

Os médicos costumam receitar um suplemento mais completo, com várias vitaminas e ferro, a partir do terceiro mês, quando os enjoos melhoram e a vitamina é mais bem tolerada pelo estômago. 

Se você for vegetariana ou tiver algum problema de saúde como diabete, diabete gestacionalpré-eclâmpsia ou anemia, ou se no passado já teve um bebê de baixo peso, o médico provavelmente terá orientações especiais para a sua alimentação, ou ele pode encaminhá-la para um nutricionista. 

Lembre-se, porém, de que nem sempre a vitamina é boa. Suplementos de vitamina A contêm retinol, por exemplo, que pode ser tóxico ao bebê em grandes quantidades. Somente tome aquilo que o médico recomendar para você.

Grávida pode fazer regime?

Fazer dieta durante a gravidez pode prejudicar o bebê e você também. Dependendo do tipo deregime, você pode ficar com deficiência de ferro, de ácido fólico e de outras vitaminas e sais minerais importantes. Lembre-se de que engordar faz parte da gravidez. Comer bem e na quantidade certa é especialmente importante para grávidas de menos de 20 anos.

Mulheres que comem bem e que engordam o recomendável têm mais probabilidade de ter bebês saudáveis. Se você está comendo alimentos saudáveis e está engordando, relaxe: é isso que tem de acontecer! Quem era bem magra antes de engravidar tem mais "tolerância" para engordar. 

Se você já estava acima do peso antes de engravidar, pode melhorar a qualidade da sua alimentação e investir numa atividade física (sempre consultando o médico antes). 

Qual é o melhor jeito de ganhar peso?

ganho de peso na gravidez varia de mulher para mulher, e depende de vários fatores, entre eles o quanto cada uma pesava antes de engravidar. 

A média de ganho de peso geralmente é de 8 a 15 kg, mas, em vez de pensar na balança, concentre-se na qualidade do que come: muita fruta, legumes e verduras, boas quantidades de proteína, de cálcio e de ferro. 

Tenha em mente que você vai engordar gradativamente no decorrer da gestação, com menor ganho no primeiro trimestre e maior ganho no último.

Quantas refeições precisa fazer por dia?

Mesmo que não esteja com fome, é melhor não deixar o estômago muito tempo vazio. É aconselhável fazer cinco ou seis pequenas refeições em vez das três grandes refeições tradicionais, principalmente se você estiver sofrendo muito com enjoos, azia ou má digestão

Não há por que abrir mão de tudo o que você gosta só porque está grávida. Mas também não é bom deixar que alimentos industrializados, salgadinhos e doces formem a base da sua alimentação. 

Na hora da vontade de comer aquela guloseima, experimente colocar uma banana no microondas com um pouco de mel e suco de meia laranja, ou tome uma vitamina batida de iogurte com frutas. Você só tem a ganhar se conseguir achar uma guloseima mais saudável. 

E, de vez em quando, por que não mergulhar naquele maravilhoso bolo de chocolate ou num brigadeiro? Aproveite cada pedacinho, você merece!


1 Sua vida mudará do dia pra noite e você só conseguirá entender bem como quando acontecer;
2 Por mais que você leia mil coisas sobre a maternidade, perceberá que na prática é bem diferente. Mesmo assim, informação nunca é demais e as leituras te farão tomar as melhores decisões;
3 Bebês choram por tudo. Isso é normal, porque ao contrário do que o choro significa para nós, adultos (tristeza, medo ou algum sentimento ruim), para o bebê é sua única forma de comunicação. Eles precisam chorar para demonstrar que tem algo de errado;
4 Recém-nascidos não fazem manha e nem vão ficar mal acostumados com o colo. Isso porque se eles não tem nem maturidade para segurar o próprio pescoço, como terão para manipular um adulto?
5 Por isso, dê colo ao seu filho sempre que achar que deve. Nunca o deixe chorando sozinho. Às vezes, a necessidade dele não é de algo físico, mas sim do aconchego que só o colo pode oferecer;
6 Você se acostumará com a nova rotina mais rápido do que imagina;
7 Aprenderá a cuidar do seu filho mais rápido ainda!
8 Os primeiros meses serão os mais cansativos e você terá a impressão de que será assim para sempre, mas não, vai passar voando e você sentirá falta do tempo em que seu filho cabia nos seus braços;
9 Nem sempre amamentar é fácil. Você não nasceu sabendo amamentar e nem seu filho a mamar, mas rapidinho vocês pegarão o jeito. Esse é um momento único a maravilhoso;
10 Muitas pessoas vão querer palpitar sobre tudo: como dar banho, que roupa colocar, o que você deve vestir, comer, falar. Não dê ouvidos a todos esses palpites, seu instinto de mãe é bem apurado para saber o que fazer;
11 Peça ajuda de pessoas confiáveis quando achar que não dará conta, principalmente no começo, toda ajuda – solicitada – é bem-vinda;
12 As noites parecerão intermináveis e é bem provável que seu filho acorde diversas vezes para mamar. É cansativo, mas passa depressa e logo você terá as noites de sono de volta para você;
13 Conforme eles crescem, apesar de ficar mais difícil, você estará muito mais preparada e achará mais fácil;
14 Bebês sujam roupas com uma velocidade incrível! Se não tem quem as lave, já vá cogitando em começar a lavar na máquina(com sabão especial);
15 Você não precisa e nem tem que ser uma super mãe, mulher, dona de casa e esposa tudo ao mesmo tempo e desde o começo. Faça as coisas conforme for conseguindo que uma hora a rotina voltará ao normal;
16 Crie uma rotina com seu bebê, hora do banho, de trocar, de dormir. Isso gera confiança nele, o que faz com que fique mais calmo e menos irritado;
17 Cólicas acontecem com quase todos os bebês até o terceiro mês. Faça compressas com fralda quente para aliviar, mas não se desespere, faz parte da maturação do intestino;
18 Na rua seu bebê dormirá profundamente, não importa quão barulhento estiver o ambiente. Em casa, se cair um pena no chão ele acordará;
19 A maternidade diz respeito sobre você e seu filho e não sobre outras mães e seus filhos;
20 O amor nem sempre chega junto com o bebê, ele acontece aos poucos e você não é uma péssima mãe por conta disso;
21 O pai do bebê pode demorar mais tempo do que você espera para se adaptar a nova rotina. É tudo muito novo para ele também;
22 Pode ser que você passe o dia de pijama, descabelada e nem se lembre de escovar os dentes no primeiros dias;
23 Aceite que você também precisa de um tempo para se adaptar a nova vida de mãe;
24 Comer e tomar banho serão atividades que nunca mais serão como antes;
25 As refeições serão frias e os banhos rápidos;
26 Começar a se atrasar para os compromissos é normal e vai acontecer mais do que você imagina;
27 Tudo aquilo que você falou que jamais faria começará a fazer;
28 Todas as críticas que fazia as outras mães parecerão não fazer sentido;
29 Sua mãe terá um significado completamente diferente na sua vida;
30 Seus pensamentos serão só sobre seu filho e o fato de agora você ser mãe;
31 As saídas com as amigas não serão mais tão frequentes;
32 Alguns amigos simplesmente sumirão depois que seu filho nascer, mas muitos outros vão surgir;
33 Você não corre o risco de enjoar do seu filho ou de ser mãe, mesmo nos dias de maior cansaço;
34 Seu cabelo vai cair tanto que você vai pensar que está ficando careca;
35 Suas prioridades vão mudar de tal forma que você nunca imaginou;
36 Você vai perceber que a vida passará a ser muito melhor depois que os filhos nascem;
37 Não vai se lembrar de como era a vida sem filhos;
38 Vai sentir saudades da liberdade que tinha antes, mas não trocará a nova vida por nenhuma outra;
39 Vai querer parar o tempo só um pouquinho, porque está tudo passando rápido demais;
40 Mesmo que você tente falar sobre outros assuntos, o foco sempre será maternidade;
41 Você vai descobrir o universo paralelo das mães, tão diferente do de agora;
42 Vai se perguntar como conseguiu viver tanto tempo sem aquele pedacinho de gente;
43 Vai chorar escondido quando pensar que não vai mais aguentar;
44 Vai trocar aquela bolsa linda de grife, por roupinhas novas para seu filho;
45 Vai preferir ficar em casa “lambendo” a cria do que ir para um lugar movimentado;
46 Vai querer mostrar para todo mundo o quanto seu filho é lindo;
47 Pode ser que seu corpo não volte a ser como antes;
48 Seu coração com certeza não será o mesmo;
49 No começo vai pensar onde estava com a cabeça quando resolveu ter filho e não vai nem querer pensar na hipótese de ter outro;
50 Essa fase vai passar, você vai se apaixonar tanto que logo começará a programar a vinda do próximo bebê!

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Reunião Gerencia das Maternidades e Coordenação da Bio Rio.


Aconteceu na última quinta-feira, dia 11/06 a reunião com a presença dos gestores da BioRio Alexandre Wellos e Juliana Azevedo e os gerentes das Maternidades; Fernando Magalhães, Carmela Dutra e Leila Diniz.



O encontro foi na sede da BioRio e serviu para alinhar o fluxo das unidades e projetar os próximos meses das unidades.


 photo Slide1_zps0cabd9f4.jpg