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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

AS VÁRIAS CORRENTES - ÉTICA DO CUIDAR E CASUÍSMO

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Estudo dirigido da 2ª semana - Módulo IV


Foi disponibilizado aos alunos via e-mail, o anexo do estudo dirigido correspondente a 2º semana do módulo IV, do curso de Pós Graduação no Âmbito do SUS no Hospital Maternidade Fernando Magalhães. Nele, esta acompanhando uma série de materiais científicos para a auxilio na resposta do estudo dirigido, no mesmo formato do primeiro estudo.

Vale lembrar que o prazo máximo de entrega é até o dia  30 de Agosto de 2015.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

AS VÁRIAS CORRENTES - UTILITARISMO E ÉTICA DA VIRTUDE

terça-feira, 18 de agosto de 2015

O que fazer em caso de quedas

O bebê caiu da cama. E agora? Preciso levá-lo ao hospital?

Sempre que o bebê leva um tombo grande -- do sofá, da cama, do trocador, do berço ou do cadeirão, por exemplo --, é necessário examiná-lo com atenção para ver se não há nenhuma lesão mais séria, principalmente se ele tiver batido as costas ou a cabeça no chão. 

É preciso verificar se não há ossos quebrados, lesões internas ou uma concussão. Quedas podem ser graves em bebês, mas a boa notícia é que os ossos deles são mais flexíveis, portanto não se quebram tão fácil quanto os de crianças maiores. 

Se o bebê parece estar bem, agindo normalmente, o mais provável é que a queda não tenha tido consequências mais graves. Mas fique de olho nele durante as 24 horas seguintes, especialmente se ele tiver batido a cabeça. 

Siga seus instintos e prefira a precaução: se você acha que a queda foi muito grande, e que não é possível que ele não tenha se machucado, ou se o bebê estiver muito irritado ou agindo estranho, leve-o ao médico para um exame. 

Em que situações preciso levá-lo para o pronto-socorro?

Procure ajuda médica nos seguintes casos: 

  • Se o bebê desmaiar. Caso você ache que ele não está respirando, grite por ajuda e faça manobras de ressuscitação imediatamente. Se você estiver sozinha com o bebê, primeiro faça a ressuscitação nele por dois minutos e depois telefone pedindo ajuda.

  • Se o bebê estiver sangrando e o sangramento não parar quando você pressiona uma gaze ou um pano sobre o ferimento. Batidas na boca às vezes sangram muito, mas nem sempre são graves. Pressione um pano limpo e dê alguma coisa gelada para o bebê chupar. O sangramento deve parar.

  • Se o bebê estiver respirando mas não reagir quando você fala com ele, ou se você não conseguir acordá-lo (mesmo que ele estivesse aparentemente bem depois da queda, mas apresente os sintomas horas mais tarde).

  • Se houver sinais de fratura: braço ou perna desalinhados, um pulso meio torto, ou quando o bebê dá indícios de que sente dor quando apóia o braço no chão ou faz algum movimento (talvez você só note isso horas depois da queda).

  • Se houver sinais de fratura no crânio: uma área "fofa" no osso, especialmente dos lados da cabeça (acima ou atrás da orelha); presença de sangue no branco dos olhos ou saída de sangue ou de um líquido cor-de-rosa pelo nariz ou pelas orelhas.

  • Se houver sinais de concussão (quando o cérebro é afetado pelo traumatismo ou batida na cabeça), como: pupilas desiguais, vômitos seguidos e sonolência maior que o normal. Dependendo da idade do bebê, observe se há mudanças no modo como ele engatinha ou anda, se ele parece mais fraco ou confuso, ou se há sinais de problemas de fala, visão ou coordenação motora.

  • Se o bebê não parar de gritar ou chorar depois de meia hora, por mais que você tente acalmá-lo.

  • Se o bebê tiver um corte que pareça profundo, especialmente no rosto e em partes do corpo que se movimentam muito. Talvez seja preciso dar pontos. Na dúvida, não espere até o dia seguinte: os pontos funcionam melhor quando dados em até oito horas após o acidente.

É verdade que não devo deixar o bebê dormir depois da queda?

A vantagem de manter a criança acordada depois da queda é que fica mais fácil observar seu comportamento. Não é o fato de o bebê dormir que vai agravar a lesão, se houver uma. A questão é que um dos sintomas de que há problemas mais sérios em consequência de uma queda é justamente não conseguir acordar a criança. Daí a impressão de que o sono é o culpado. 

O que os médicos recomendam é procurar observar bem a criança. Caso o acidente tenha acontecido perto da hora de dormir, procure manter seu filho acordado por cerca de uma hora após a queda. Depois disso, pode deixá-lo dormir, mas o acorde cerca de duas horas depois, só para ver se ele responde (ele obviamente vai estar sonolento, se for no meio da noite. Desde que reaja, não há problema), e mais uma vez até o amanhecer. Se você for ficar mais tranquila, durma com ele. 

Depois do estresse da queda e de toda a choradeira, é normal que as crianças fiquem exauridas e precisem de uma soneca. Por isso, caso o acidente tenha acontecido durante o dia, deixe seu filho descansar mais ou menos depois de uma hora da queda, e procure acordá-lo depois da duração costumeira da soneca diurna. 

Se em qualquer momento você não conseguir acordar o bebê, leve-o ao pronto-socorro. 

Como cuidar do "galo"?

É normal surgir um galo bem grande em batidas na cabeça. Tente não se assustar, pois o galo é mais feio do que grave. A compressa com gelo envolto em um pano ajuda o inchaço a diminuir, mas não é imprescindível -- às vezes o bebê pode se assustar e gritar mais ainda, o que só vai piorar a situação de vocês dois. 

Se o bebê parecer estar com dor, você pode perguntar ao pediatra sobre a possibilidade de dar algum analgésico, na dose indicada.

Fonte: Baby Cente

Tem problema o bebê conviver com um cachorro ou um gato?

Muitos cachorros convivem bem com bebês, mas é sempre bom saber quais são os potenciais riscos da aproximação entre um bichinho de estimação e uma criança tão pequena. 

Segundo o pediatra Fábio Picchi Martins,  com cuidados básicos de higiene e uma certa distância de contato íntimo com o animal, evitando as lambidas, por exemplo, é raro ter que bani-lo da família. 

Se você está grávida e tem um cachorrinho em casa, uma boa ideia é arranjar um esquema para que você possa cumprimentar o cãozinho longe do bebê, quando chegar da maternidade. Você pode pedir para alguém dar uma volta com o cachorro enquanto entra em casa com o bebê, e aí, quando ele voltar, pode recebê-lo dando toda a atenção que ele merece, afinal ele estava com saudade! 

Cachorros são muito curiosos, por isso não dá para prever como eles vão agir com o bebê. Você pode dar uma peça de roupa do bebê para ele cheirar, e, num momento em que tanto cachorro como bebê estiverem calmos, apresentar os dois, deixando o cachorro cheirar o pezinho do bebê. 

Enquanto o bebê é bem novinho, é fácil mantê-lo razoavelmente afastado do cachorro da casa. É aconselhável não permitir que o cão entre no quarto da criança. Não deixe o cachorro e o bebê na mesma cama ou sofá. Dar bastante atenção ao cachorro pode ajudar a evitar que ele fique com muito ciúme. 

Nunca deixe o bebê sozinho com o cachorro, principalmente quando a criança começar a engatinhar. Se o bebê puxar o pelo ou o rabo do cachorro, o único jeito de o animal se desvencilhar vai ser dando uma mordida. Outro cuidado é não aproximar o rosto do bebê ao focinho do cachorro. O "olho no olho" pode ser encarado como uma ameaça pelo animal. 

Os gatos não costumam ficar com ciúme do bebê. O problema com o gato é conseguir evitar que ele entre no berço. Uma opção é usar um tipo de mosquiteiro com elástico quando o bebê estiver no berço ou no carrinho. 

Um truque que donos de gatos usam é, antes de o bebê nascer, colocar papel-alumínio dentro do berço. Se o gato entrar, vai se assustar com o barulho e muito provavelmente não vai querer entrar lá de novo. 

O gato costuma simplesmente fugir da criança se está incomodado, mas alguns podem morder ou arranhar. 

É até comum crianças pequenas levarem mordidinhas de seus próprios bichos de estimação, mas normalmente se trata de uma brincadeira do animal. De qualquer jeito, é importante ficar de olho. 

Portõezinhos podem ser úteis para manter o cachorro longe do quarto do bebê, mas jamais "pule" o portão fechado com seu filho no colo. Vocês dois podem cair e se machucar feio! 

Se você tiver quintal, recolha sempre o cocô do cachorro antes de deixar seu filho brincar lá fora. 

Mantenha o animal de estimação sempre vermifugado e vacinado, de acordo com as instruções do veterinário. 

Ainda não tem um bicho de estimação? Especialistas recomendam esperar até que a criança tenha 3 anos, para que a família inteira possa aproveitar melhor a experiência.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Reunião semanal com Coordenador.

       No ultimo dia 04/08 tivemos em nosso Hospital a visita do Coordenador acadêmico Dr. Antonio Braga para sanar dúvidas dos pós-graduandos junto a Gerencia Acadêmica e alinhar a estratégia de disponibilização de material didático utilizado pela universidade.


domingo, 2 de agosto de 2015

Entrega de Material de Escritório

Hoje, 31/07/2015, foi entregue no Observatório de Saúde Pública do Hospital Maternidade Fernando Magalhães o material de escritório para uso dos profissionais da Bio Rio.



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