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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Apresentação do ambiente virtual de aprendizagem





Aconteceu no último dia 29 no Hospital Maternidade Fernando Magalhães a apresentação da plataforma de ensino da Biorio, do curso materno e infantil, da pós graduação .
O responsável pela plataforma José Augusto Panza explicou como funciona o sistema e ensinou passo a passo a utilizar o ambiente virtual de aprendizagem para controle e acompanhamento do desenvolvimento dos alunos.


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Reunião gerentes Bio Rio.




A reunião mensal de setembro, aconteceu no auditório do hospital Municipal Souza Aguiar.
O encontro teve a presença da gerente de projeto Juliana Azevedo, e o coordenador Alexandre Wellos, e teve como base discutir os fluxos e os acontecimentos do último mês, além de projetar e alinhar as estratégias para o próximo mês.




segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Como fazer meu filho comer melhor?



Dan Levy

Pediatra

O primeiro passo para seu filho comer bem, por incrível que pareça, é não esquentar demais a cabeça! Os alimentos podem ser uma fonte de prazer e um grande marco de desenvolvimento do bebê, mas podem também gerar frustração e conflito.

Às vezes seu filho vai adorar aquela sopa de mandioquinha que você preparou no maior capricho e às vezes vai cuspir tudo para fora. É assim mesmo. O importante é ir introduzindo, aos poucos, novos gostos e texturas nas refeições, ter paciência e ir insistindo em colocar novidades na dieta dele, mesmo que aquelas cenourinhas não sejam tão bem-vindas nas primeiras vezes.

Veja a seguir algumas dicas:
  • Varie a forma como oferece um alimento. Talvez o bebê não goste de bananas sozinhas, mas poderá devorá-las quando acompanhadas por um cereal. Só se certifique de não introduzir mais de um alimento por vez, assim terá como ver se aparece alguma reação alérgica. Crianças maiores podem preferir morder pedaços de maçã em vez de comer maçã ralada na colher.

  • Seu filho estará mais aberto às novidades se estiver com fome (sem ser faminto!), então comece pela sopa de brócolis com carne e só depois dê a fruta ou gelatina, por exemplo.

  • Não pare de dar a comida só porque ele fez uma cara meio esquisita. Muitas vezes a criança está simplesmente reagindo a um gosto diferente.

  • Bebês se distraem com muita facilidade, então evite televisão, música ou brinquedos por perto nos horários das refeições.

  • Se seu filho quiser segurar a colher, dê uma para ele, o que o fará se sentir como participante ativo da tarefa.

  • Dê atenção total à criança durante as refeições, seja no seu colo, no carrinho ou em um cadeirão. Tente manter suas expressões faciais positivas, mesmo que esteja dando uma comida que detesta.

  • Coma a comida do seu filho também. Crianças adoram imitar os pais.

  • Bebês podem até gostar de um alimento, mas ainda assim só comer umas poucas colheradas. Isso é perfeitamente normal.

  • Se ele rejeitar uma comida (fechando a boca, virando o rosto ou jogando a colher no chão), não force. Tente de novo em alguns dias. Forçar uma criança a comer ou mostrar sua frustração podem transformar as refeições em um verdadeiro cabo-de-guerra.

  • Alterne os alimentos. O bebê pode se cansar de comer a mesma sopa ou fruta em todas as refeições e passar a rejeitá-las. Lembre-se de que uma criança em idade de crescimento precisa de uma dieta variada, que inclua proteínas, carboidratos, frutas e verduras.

  • Não exagere nas porções, porque isso pode levar a criança a se recusar a comer.

  • Evite açúcar, sal, comidas gordurosas ou apimentadas.

  • Não use a comida como prêmio ou punição.

Observação: Espere seu filho completar um ano antes de dar certos alimentos, como mel e leite de vaca.

Fonte: Brasil Baby Center

"Vitamina S" faz bem?

Um pouquinho de sujeira não faz mal, mas depende das circunstâncias e principalmente da idade do bebê. 

Até o bebê ter 6 meses, pelo menos, seu sistema imunológico ainda é imaturo, e as vacinas só começaram. Nessa fase, limpeza nunca é demais. É preciso inclusive pedir às visitas que lavem as mãos antes de segurar o recém-nascido no colo. 

Mas, conforme o bebê vai crescendo e se fortalecendo, você pode se preocupar menos. O bebê vai colocar na boca brinquedos que estiveram no chão, por exemplo. E é importante para o desenvolvimento e a motricidade que ele seja colocado no chão, desde que bem limpo (assim como os brinquedos). 

Se você tiver cachorro, também não precisará lavar suas mãos todas as vezes que tiver feito um carinho nele. 

Existe uma teoria de que foi o excesso de limpeza, a partir da década de 1970, que deu origem à epidemia atual de alergia em crianças, principalmente nos países mais desenvolvidos. Outro fator teria sido a diminuição do tamanho das famílias. As crianças teriam menos contato com microorganismos do que tinham nas gerações anteriores. 

A hipótese é que, sem ter "grande trabalho", o sistema imunológico das crianças passou a encarar substâncias até então inofensivas, como a poeira e o pólen, como invasores perigosos. Teria então aumentado o número de casos de alergias e asma. 

Alguns sinais apontados pela teoria são: 
  • Crianças criadas em fazendas teriam menos risco de ter asma e outras alergias
  • Crianças que têm irmãos mais velhos, ou que frequentam escola ou creche desde pequenas, correriam menos risco de ter asma.
  • Crianças teriam menos risco de ficar sensíveis a algumas substâncias alergênicas (como pólen ou ácaros) ao conviverem com cães ou gatos quando bebês.
  • Crianças que têm infecções respiratórias e de garganta frequentes quando pequenas teriam risco menor de ter asma no futuro.

O fator em comum ligando animais, fazendas, escolinhas e convívio com outras crianças é a presença de endotoxinas, uma palavra mais bonita para resquícios de cocô. E pouca coisa tem mais bactérias que o cocô. 

Existem ainda outras teorias para o aumento nas alergias, principalmente nos países desenvolvidos. Há quem culpe o uso de remédios como o paracetamol. Outros responsabilizam as mudanças na alimentação. 

Como nenhuma teoria foi comprovada ainda, o melhor a fazer é não estressar além da conta com a "vitamina S" que o bebê possa estar em contato na escolinha ou no convívio com um bichinho de estimação, ou ainda com as brincadeiras no chão. 

Vale lembrar também que antecedentes familiares de alergia, como asma e rinite alérgica, são fatores adicionais que colocam crianças em risco para o desenvolvimento dessas condições no futuro. 

Fonte: Brasil Baby Center

Dor nos seios ao amamentar

Por que a dor nos seios ao amamentar? Se está doendo na hora de mamar, é sinal de que há algo errado na amamentação. A causa mais comum de dor é a falta de "encaixe" entre a boca do bebê e o peito. O primeiro passo é ver, então, se o bebê está fazendo a pega direitinho. A dor causada pela pega incorreta é bem característica, pois dói o mamilo, ou seja, o bico, e não "lá dentro" do peito. O mamilo também pode rachar e sangrar. Veja a seguir alguns dos outros motivos que fazem com que o peito doa quando você dá de mamar. O reflexo da "descida" (ejeção) Pode ser que você tenha um pouco de dor nos seios quando eles estiverem se enchendo antes de uma próxima mamada. O reflexo da descida, também conhecido como reflexo da ejeção do leite, é provocado pela ação do hormônio ocitocina. A ocitocina estimula os músculos da mama a drenar o leite. Nos primeiros dias após o parto, esse hormônio é liberado em resposta à sucção do bebê. Posteriormente, qualquer coisa que faça você pensar no bebê vai liberar a ocitocina. Para algumas mulheres, esse tipo de situação leva ao vazamento de leite (normalmente nas horas mais impróprias!). O reflexo da descida é diferente para cada mãe. Algumas sentem um leve formigamento, outras enorme pressão e um pouco de dor, e há ainda aquelas que não sentem absolutamente nada. A maioria das mulheres nem percebe o reflexo da descida nos primeiros dias, embora possa ter algum tipo de dor seguindo-se ao parto, em função da contração do útero para voltar ao tamanho original (processo deflagrado pelo mesmo hormônio). A sensação da descida pode ficar mais presente quando o bebê já tiver algumas semanas, mas, à medida que a amamentação fica mais natural, grande parte das mulheres nem a nota mais. Produção excessiva de leite Algumas mulheres que produzem leite em abundância sentem uma dor aguda na área mais profunda do seio após o aleitamento. Verifique a posição do bebê no seu mamilo para ter certeza de que a pega está correta, mas, não se preocupe, já que a produção de leite tende a diminuir rapidamente para atender somente às necessidades de seu filho. Se você tem leite demais, também pode pensar em doar parte dele a um banco de leite. Candidíase A candidíase é uma infecção por fungo que é transmitida da boca do bebê (o sapinho) para os seus seios. Se o fungo da cândida entrar nos ductos de leite, a amamentação poderá se tornar dolorosa. Ao contrário da dor da descida, que é rápida, a da candidíase persiste durante toda a mamada, e costuma piorar depois dela. Para resolver o problema, é preciso tomar remédios, tratando ao mesmo tempo mãe, bebê e pai (porque a cândida pode ser transmitida sexualmente também). Entre os sintomas estão mamilos doloridos, com coceira, rachados, avermelhados ou que ardem. Você também poderá apresentar candidíase vaginal. Leia nosso artigo sobre infecção por cândida para saber mais detalhes. Ingurgitamento O ingurgitamento ocorre quando as células produtoras de leite da mama são distendidas demais, tornando a descida do leite mais difícil e por vezes dolorosa. Seus seios ficarão bem cheios, inchados, pesados, duros e até com a sensação de que estão empedrados (diferentemente da mastite, que além desses sintomas, provoca febre de mais de 38,5 graus Celsius e costuma afetar apenas uma mama, não as duas). Há mulheres que, quando o leite desce pela primeira vez, ainda na maternidade ou logo depois de voltar para casa, sentem calafrios, dor no corpo e um mal-estar geral, como se fossem ficar gripadas. Isso é normal, embora muito desagradável. Analgésicos podem aliviar o desconforto, sempre com orientação médica. Mastite ou ductos bloqueados A mastite ou o entupimento dos ductos podem causar vermelhidão, dor, enrijecimento e inflamação nos seios (no caso da mastite, há também a presença de febre de mais de 38,5 graus Celsius). Em muitos casos ocorre também à saída de pus do bico do peito e a dor é quase insuportável. Mesmo assim, o melhor jeito é continuar amamentando. Se o leite ficar parado dentro da mama é pior. O ideal é fazer bastante massagem na mama e depois colocar o bebê para mamar, ou então ordenhar o leite. Outras possíveis causas para dor nos seios são: Ordenha inadequada do leite através de bombinha. Veja algumas dicas em nosso artigo sobre como tirar o leite materno. Sutiã de tamanho ou modelo errado. A costura lateral tem que estar nas costelas, e não nos seios, e a parte que abriga as mamas não pode comprimi-las. Não use sutiãs com ferrinhos enquanto estiver amamentando. Dores pré-menstruais. Se sua menstruação tiver recomeçado, pode ser que você sinta dores pré-menstruais. Elas devem melhorar quando a menstruação descer de fato, e não devem voltar por, mais ou menos, duas semanas. Após a ovulação, geralmente a dor vai retornando. A maioria das mulheres reconhece esse padrão cíclico, e vai conseguir identificar dores nos seios que possam estar ligadas a ele. Displasia mamária ou doença fibrocística da mama. Algumas mulheres sofrem com esse problema, caracterizado por muitos nódulos nos seios, que podem ficar cheios de líquido e causar sensibilidade e dor. A displasia é um problema benigno, mas caso você suspeite tê-lo, o melhor a fazer é consultar um ginecologista para que exames possam descartar outras causas. O que fazer para aliviar a dor? Se você chegou a aprender alguma técnica de respiração ou relaxamento durante o pré-natal, tente usá-la ao amamentar; pode ser que isso ajude a amenizar o desconforto no momento da "descida" do leite. Caso seus seios estejam ingurgitados, o bebê poderá ter alguma dificuldade para se posicionar direito e sugar de maneira eficiente. Nestes casos, vale tentar começar com uma delicada massagem seguida de ordenha manual ou com uma bombinha até que seu filho consiga mamar com mais facilidade, enfiando quase a aréola inteira dentro da boquinha dele. O excesso de leite pode levar ao mesmo problema para uma boa pega do bebê. Quando a criança começa a mamar, estimula uma forte descida do leite, o que pode engasgá-la um pouco. Tente a seguinte técnica: coloque o bebê no seio como de costume; quando sentir a "descida", interrompa a sucção com cuidado e absorva com uma toalha esse primeiro fluxo. Recoloque o bebê na mama quando o fluxo estiver menos forte. Quanto mais bem ajustada ao seio e com uma boa pega a criança estiver, mais rapidamente a produção de leite se adapta às necessidades dela e você se sente mais confortável. Se a dor nos seios não melhorar em alguns dias, procure seu médico, o hospital onde teve bebê, um posto de saúde ou um banco de leite, para que possa ser examinada e para descartar problemas mais graves, como a mastite.


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Reunião da Coordenação Acadêmica junto ao Centro de estudo.






Nesta semana, tivemos a visita do coordenador o Dr. Antonio Braga, para validação das frequências biométricas do mês de Agosto dos pós graduando da maternidade  Fernando Magalhães e acompanhar o andamento das atividades dos estudos dirigidos.

Além de discutir junto ao centro de estudos algumas questões relacionadas a metodologia de ensino e o conteúdo programático da Pós. 


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

AS VÁRIAS CORRENTES - ÉTICA DO CUIDAR E CASUÍSMO


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